Em 1910, na cidade de Copenhague (Dinamarca), durante uma conferência internacional de mulheres socialistas, é proposto que se começasse a ser celebrado o dia internacional das mulheres. A proposta foi apresentada por Clara Zetkin, integrante da vanguarda do movimento operário alemão e dirigente do movimento proletário feminino.
Já em 1919, operárias russas realizam greve geral contra a fome, a guerra e o czarismo, construindo um processo de lutas que deu origem à Revolução Russa. E em 1921 o 8 de março foi proposto como dia internacional das mulheres para lembrar e homenagear a iniciativa das mulheres russas. NO BRASIL - As mulheres representam 51,2% da população brasileira; 51,7% do eleitorado; 42,7% da população economicamente ativa; e 29% dos “chefes” de família. Mesmo assim estão quase ausentes das posições de poder e de decisões nas esferas públicas: 8,7% na Câmara dos Deputados, 14,8% no Senado Federal e 11,6% nas Assembleias Legislativas. VIOLÊNCIA – No Brasil, a cada 15 segundos uma mulher é vítima de violência. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase metade das mulheres assassinadas são mortas pelo marido ou namorado, atual ou ex. Dados da ONU mostram que a violência contra a mulher compromete 14,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina. No Brasil, a violência doméstica equivale a 10,5% do PIB.
Fonte: Informativo do Sinteal Foto: Roberto Parizotti
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